Após surto de diarreia, cidades do Acre ainda aguardam levantamento de possíveis causas da doença

Após um período de quase três meses vivendo surto de diarreia em pelo menos 11 cidades, o Acre já está fora da zona de alerta máximo, e aguarda o levantamento

Após um período de quase três meses vivendo surto de diarreia em pelo menos 11 cidades, o Acre já está fora da zona de alerta máximo, e aguarda o levantamento das possíveis causas do aumento da doença.

O Chefe do Departamento de Vigilância em Saúde da Sesacre, Gabriel Mesquita, informou que o estado começou a sair da situação de surto na semana epidemiológica 42, que foi por volta dia 23 de outubro e continua nesse decréscimo de casos nas semanas 43 e 44.

Mesquita explicou que como os municípios saíram da situação de surto, os boletins que eram semanais agora têm uma nova periodicidade e só devem ser divulgados na próxima semana.

“A tendência agora é baixar mesmo. A maioria dos municípios já está abaixo do limite, então, a gente já está em uma situação mais confortável”, pontuou.

O coordenador afirmou ainda que para 2022 terá uma programação com capacitação em todos os municípios para atuar no combate à doença. Ele acrescentou ainda que os dados de possíveis causas só devem ser divulgados em duas semanas.

“A equipe do Ministério da Saúde que esteve aqui vai fazer uma apresentação semana que vem para a coordenação geral e na semana seguinte é que teremos a apresentação para a gestão estadual e os municípios sobre o que pode ter causado esse surto”, acrescentou.

Redução

Desde a semana 39, correspondente ao boletim de 7 outubro, os números vinham apresentando queda e o estado regrediu para a situação de alerta.

Os casos começaram a aumentar a partir de 25 de julho, na semana epidemiológica 30 e o estado entrou em surto a partir da semana 32. Com a situação crítica, a Sesacre montou uma sala de situação para monitorar os casos. Uma equipe da Saúde está na regional do Juruá para avaliar o aumento expressivo de casos, principalmente nos municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves.

g1

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