Confira o vídeo; Sucuri gigante é flagrada em cima de árvore em rio de Porto Velho.

Dentre todas as aventuras que o pescador Fábio Fregona já vivenciou nos rios de Rondônia, encontrar uma cobra sucuri enrolada em uma árvore foi uma novidade. Depois de ter realizado

Dentre todas as aventuras que o pescador Fábio Fregona já vivenciou nos rios de Rondônia, encontrar uma cobra sucuri enrolada em uma árvore foi uma novidade. Depois de ter realizado o sonho de fisgar um pirarucu de cerca de 2 metros de comprimento e mais de 100 kg, Fábio encarou de perto uma sucuri de aproximadamente 6 metros.

Segundo o pescador, o encontro com o animal aconteceu em um rio de Porto Velho, durante uma pescaria com um amigo. Fábio, que registra seus momentos de aventura no YouTube, postou o vídeo no começo da semana e desde então, já conta com mais de 1 milhão de visualizações.

No momento em que encontrou a cobra, Fábio diz no vídeo: “Tudo que eu sempre quis ver na minha vida eu vi agora. É a maior sucuri que eu já vi na minha vida”. Depois de fazer diversas imagens para seu público, o pescador aproveitou para tirar uma selfie com o animal e rindo, diz:

“[Vou] Fazer uma selfie com ela aqui, mas daqui a pouco vou fazer uma selfie com ela me comendo”.

Além da cobra, o vídeo registra diversos peixes amazônicos, como o Tucunaré e pássaros, como a Andorinha.

“De buxim cheio”

Saymon Albuquerque, doutor em biodiversidade e professor universitário, explicou que é muito comum encontrar répteis expostos ao sol, já que o astro promove a elevação da temperatura corporal e auxilia o animal na digestão.

“Provavelmente ela pode ter predado alguma coisa, uma capivara ou algum outro animal e tá no processo de digestão”, explicou.

” [É] comum nós vemos as sucuris fora da água, seja em cima de galhos, se expondo ao sol. Ela toma o banho de sol porque isso auxilia na regulação da sua temperatura. Não só sucuri, mas você vê tartarugas fora da água, jacarés, todo mundo tomando sol para poder aumentar um pouquinho a velocidade do seu metabolismo”, destacou Saymon.

Para Flávio Terassini, biólogo, professor universitário e mestre em ciências, a atitude dos pescadores em não mexer no animal, foi correta.

“O que eles fizeram foi correto, de não mexer no animal, porque se mexer, ela pode vomitar e ao fazer isso, ela pode engasgar e acabar morrendo. Foi correto eles não terem mexido com o animal, terem deixado ela quietinha lá”, explicou

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Portal Amazônia

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