Superação: Diagnosticado com síndrome rara cruzeirense volta a andar após 3 anos de tratamento

Diagnosticado com uma doença rara, a síndrome de Guillain Barré, em setembro de 2019, o cruzeirense Luiz Carlos da Silva Filho, 30 anos, contou ao JURUÁ24HORAS como tem sido esses

Diagnosticado com uma doença rara, a síndrome de Guillain Barré, em setembro de 2019, o cruzeirense Luiz Carlos da Silva Filho, 30 anos, contou ao JURUÁ24HORAS como tem sido esses anos de tratamento e luta por sua saúde.

A síndrome de Guillain Barré é um distúrbio autoimune, ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que são os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo. É geralmente provocado por um processo infeccioso anterior e manifesta fraqueza muscular, com redução ou ausência de reflexos. A incidência anual é de 1-4 casos por 100.000 habitantes e pico entre 20 e 40 anos de idade.

“Eu senti os primeiros sintomas quando estava trabalhando, que as pontas dos dedos das mãos e dos pés ficaram dormentes. Aí ei já corri para o hospital, depois fui para casa. No dia percebi que estava andando meio torto. Aí a mãe já falou com o amigo dela, perguntou dos sintomas da Guillain Barré e já me levou no hospital para fazer os exames”, relembra Luiz.

A Síndrome de Guillain Barré é considerada uma doença rara e não é de notificação compulsória. O Ministério da Saúde faz o monitoramento por meio do registro de internações e atendimentos hospitalares.

Após fazer os exames, Luiz Carlos foi diagnosticado com a síndrome rara e foi quando começou a sua luta para restituir a saúde e voltar a andar.

“Eu fui perdendo os movimentos, com três dias no hospital, paralisou tudo”, relembra o cruzeirense, que passou 2 anos e 2 meses fazendo fisioterapia sem evoluções.

“Após esse tempo sem melhoras, fui para Brasília, onde fiz vários exames no Hospital Sarah Kubitschek. Quando eu voltei de lá, eu comecei a ter uma melhora do nada. Aí comecei a engatinhar, comecei a ficar de joelhos”, contou.

Luiz Carlos passou três anos para recuperar os movimentos do corpo a ponde te conseguir se locomover novamente.

‘Eu estou feliz demais porque todo esforço valeu a pena, toda a paciência que tive tudo ajudou para que eu melhorasse. A sensação de alívio de que tá quase acabando”, declarou.

Redação Juruá24HORAS

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