Num dia como esse em 2022, Cruzeiro do Sul havia decretado situação de emergência com o transbordamento do Rio Juruá – vários bairros estavam alagados e casas inteiras submersas eram a realidade do Vale do Juruá. Hoje o cenário é outro.
No mesmo período do ano passado o rio estava acima da cota de transbordamento com cerca de 14 metros, deixando aproximadamente 28 mil pessoas sem teto.
Segundo o comandante do corpo de bombeiros, Josadac Cavalcante, as chuvas estão mais concentradas em Cruzeiro do Sul, não influenciando no nível do rio. Normalmente, chuvas nas cabeceiras são as mais impactantes. Além disso, quando o baixo Juruá, em direção ao Amazonas, está com o nível baixo, toda a água da cabeceira acaba passando e não elevando o nível em Cruzeiro do Sul.
Redação Juruá24HORAS






