Portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (4). Prefeitura de Assis Brasil decretou situação de emergência no último dia 25 após quase 100 famílias precisarem ser removidas de casa por conta da enchente.
O governo federal reconheceu situação de emergência decretada pela Prefeitura de Assis Brasil, interior do Acre, por conta da cheia do Rio Acre. O decreto foi assinado pelo prefeito Jerry Correia no dia 25 de março com validade por 180 dias e reconhecido pela União nesta terça-feira (4).
A portaria de reconhecimento no Diário Oficial da União (DOU) e assinada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolf Barros.
Em Assis Brasil, o Rio Acre ultrapassou a cota de inundação, que é 12,50 metros, e chegou a quase 13 metros. Além da cheia do manancial, dois igarapés também transbordaram e atingiram casas, comércios e lojas na cidade.
Conforme a Defesa Civil da cidade, 97 famílias ficaram desabrigadas, totalizando 493 pessoas, e foram levadas para três abrigos montados pela prefeitura, sendo um ginásio e duas escolas. No dia 26, a Defesa Civil confirmou que o rio estava baixando e as famílias iriam começar a voltar para suas residências.
O órgão estadual afirmou, nesta terça, que as réguas de medição do nível do rio não estão funcionando, mas acredita-se que o manancial esteja acima dos 5 metros. Todas as famílias desabrigadas e desalojadas já retornaram para casa.
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Enchente do Rio Acre atinge milhares de pessoas somente na capital acreana — Foto: Marcos Vicentti/Secom
Com a portaria desta terça, subiu para cinco o número de cidades que tiveram a situação de emergência reconhecida pela União. No dia 29 de março, o governo federal publicou uma portaria reconhecido os decretos baixados pelas prefeituras de Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri, cidades do interior também atingidas pela enchente do Rio Acre,
Além dessas três cidades, a União já tinha reconhecido a situação de emergência na capital acreana, Rio Branco, no dia 25 de março, em razão da cheia do Rio Acre, das enxurradas ocasionadas pelas fortes chuvas e pela consequente cheia dos igarapés da região.






