O Acre segue entre os 19 estados brasileiros com sinal de crescimento na tendência de longo prazo nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O dado é do Boletim InfoGripe divulgado na sexta-feira (19) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e corresponde à semana epidemiológica 18, que vai de 30 de abril a 6 de maio.
O estudo utiliza dados inseridos até o dia 8 de maio no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe).
O estado acreano aparece com 95% de tendência de alta, considerando o longo prazo, ou seja, as últimas seis semanas. Já no curto prazo, últimas três semanas, o Acre aparece em tendência de queda.
Entre os estados com tendência de alta no longo prazo estão:
- Acre
- Alagoas
- Amazonas
- Amapá
- Bahia
- Ceará
- Espírito Santo
- Maranhão
- Mato Grosso
- Pará
- Paraíba
- Piauí
- Paraná
- Rio Grande do Norte
- Rio Grande do Sul
- Rondônia
- Santa Catarina
- Sergipe
- Tocantins
O boletim destaca que, nas crianças, o aumento está associado com vírus sincicial respiratório, fundamentalmente, enquanto o aumento no restante da população é devido à Covid-19. No entanto, se observa tendências distintas entre os vírus associados aos casos em adultos. É que, enquanto os casos associados à Covid-19 sugerem desaceleração, para os vírus Influenza A e B há indício de aumento recente em vários estados.
“O cenário de manutenção da presença de casos de SRAG associados à COVID-19, bem como o aumento recente naqueles associados ao vírus Influenza A, reforça a importância de adesão às campanhas de vacinação contra a Covid-19 e contra a gripe”, pontua a Fiocruz.
Sobre as capitais, 15 apresentam sinal de crescimento na tendência das últimas seis semanas. A capital acreana, Rio Branco, está entre elas além de: Belém (PA), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Salvador (BA) e Teresina (PI).
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