Vanderlúcio Pontes da Silva, técnico de enfermagem, compartilha a importância do conhecimento na área da saúde. Ele destaca como cada ação que agregamos valores também contribui para nosso aprendizado. “Esse processo é uma verdadeira transformação. Este curso não é apenas uma oportunidade de aprendizado, mas uma mudança completa na vida. Através da iniciativa do projeto Mulheres do Brasil e do curso de capacitação em vacinação, sinto-me revitalizado hoje. Estamos sempre atualizando nossos conhecimentos através de cursos que enriquecem nossa compreensão e prática. Isso é muito importante”, afirma Vanderlúcio.
A coordenadora estadual do Plano Nacional de Imunizações (PNI), Renata Quiles, explica a relevância de um projeto em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, o COSEMS e o Governo do Estado. O projeto visa trazer atualizações sobre as melhores técnicas de vacinação para os profissionais de saúde do Acre. “Nesta terceira turma, capacitamos 150 profissionais em três regiões: Baixo Acre, Alto Acre e Juruá. Introduzimos novas técnicas de vacinação e diferentes locais para administrar as vacinas. Em algumas regiões do país, já se trabalha com grupos musculares menos dolorosos, tornando a aplicação mais confortável. Por meio da empresa Capacita Imune e suas técnicas atualizadas, obtivemos um retorno positivo sobre essas novas abordagens”, afirma Renata.
O treinamento incluiu profissionais da rede municipal e estadual, como vacinadores, técnicos de enfermagem, enfermeiros e coordenadores de imunização dos municípios da região do Juruá. Uma equipe estadual também está sendo treinada para compartilhar o conhecimento com profissionais que não puderam participar. Essas novas técnicas serão implementadas em breve.
Renata destaca que a população não deve se preocupar com essas mudanças. Antigamente, as vacinas eram aplicadas no glúteo, mas agora a ênfase é no braço e coxa. “Existe um grupo muscular próximo ao bumbum que é menos doloroso e eficaz. Recebi três vacinas recentemente e a reação foi mínima, sem febre. Apenas um desconforto no braço, sem a dor da aplicação. Se você encontrar essa nova técnica na sala de vacinação, não hesite em aceitá-la. Garanto que é menos dolorosa e torna a vacinação mais aceitável”, conclui Renata.
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