Altevir Azevedo, funcionário público que trabalha na Apadec e possui uma clínica de próteses no bairro da Baixa, teve suas redes sociais hackeadas. Azevedo foi à delegacia registrar um boletim de ocorrência após descobrir que suas contas foram invadidas.
“No sábado, quando abri minhas redes sociais, tomei um susto. Vi uma mensagem com a minha imagem e vários perfis meus clonados, enviando para todos os meus contatos. Dizia que era um investimento seguro em bitcoin”, disse Azevedo.
Azevedo começou a avisar as pessoas com quem tinha contato, mas muitos que não tinham sido alertados começaram a chamá-lo de ladrão e corrupto. “Eu queria esclarecer que não, eu fui hackeado, queria que as pessoas me entendessem”, afirmou Azevedo.
Ele alerta que os papéis estão invertidos hoje. “O bandido está pegando o nome de cidadão de bem, e o cidadão de bem está pegando o nome de bandido”, disse Azevedo.
Ele faz um alerta para qualquer pessoa que receber esse tipo de mensagem: “Desconsidere, não sou eu. São pessoas que hackearam realmente as minhas redes sociais”.
Jurua24horas






