Bolívia registra 80 casos de sarampo e Acre entra em alerta para prevenir a doença

Segundo a Sesacre, no Acre, 96,67% da população acreana tomou a primeira dose da vacina contra o sarampo, mas apenas 70,32% tomaram a segunda dose do imunizante.

O aumento no número de casos de sarampo na Bolívia acendeu um alerta nas autoridades de saúde do Acre. Segundo dados divulgados pelas autoridades sanitárias bolivianas, já são 80 casos confirmados da doença no país vizinho. Diante da proximidade geográfica e do intenso fluxo de pessoas entre os dois territórios, o governo do Acre intensificou a recomendação de vacinação.

Até o momento, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), o Acre não registrou nenhum caso confirmado da doença em 2025, mas a está em estado de atenção e alerta máximo para evitar a reintrodução do vírus no território acreano. O alerta foi publicado pela Sesacre nas redes sociais.

A vacina é a única forma eficaz de prevenção e está disponível gratuitamente em todas as unidades de saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A imunização é especialmente importante para crianças de 1 a 5 anos, mas adultos não vacinados também devem procurar os postos para atualizar a caderneta.

Segundo a Sesacre, no Acre, 96,67% da população acreana tomou a primeira dose da vacina contra o sarampo, mas apenas 70,32% tomaram a segunda dose do imunizante.

Os principais sintomas da doença são: febre alta, manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo, tosse persistente, coriza, conjuntivite (olhos vermelhos e lacrimejantes) e mal-estar geral.

Em casos mais graves, o sarampo pode evoluir para pneumonia, encefalite (inflamação no cérebro) e infecções no ouvido, podendo inclusive levar à morte, especialmente em crianças pequenas e pessoas com baixa imunidade.

As autoridades reforçam que qualquer pessoa com sintomas compatíveis deve procurar imediatamente uma unidade de saúde para diagnóstico e acompanhamento, contribuindo para evitar a propagação da doença.

O alerta vale para toda a população, especialmente nos municípios de fronteira como Brasileia, Epitaciolândia e Assis Brasil, que têm maior contato com o território boliviano.

O aumento no número de casos de sarampo na Bolívia acendeu um alerta nas autoridades de saúde do Acre. Segundo dados divulgados pelas autoridades sanitárias bolivianas, já são 80 casos confirmados da doença no país vizinho. Diante da proximidade geográfica e do intenso fluxo de pessoas entre os dois territórios, o governo do Acre intensificou a recomendação de vacinação.

Até o momento, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), o Acre não registrou nenhum caso confirmado da doença em 2025, mas a está em estado de atenção e alerta máximo para evitar a reintrodução do vírus no território acreano. O alerta foi publicado pela Sesacre nas redes sociais.

A vacina é a única forma eficaz de prevenção e está disponível gratuitamente em todas as unidades de saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A imunização é especialmente importante para crianças de 1 a 5 anos, mas adultos não vacinados também devem procurar os postos para atualizar a caderneta.

Segundo a Sesacre, no Acre, 96,67% da população acreana tomou a primeira dose da vacina contra o sarampo, mas apenas 70,32% tomaram a segunda dose do imunizante.

Os principais sintomas da doença são: febre alta, manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo, tosse persistente, coriza, conjuntivite (olhos vermelhos e lacrimejantes) e mal-estar geral.

Em casos mais graves, o sarampo pode evoluir para pneumonia, encefalite (inflamação no cérebro) e infecções no ouvido, podendo inclusive levar à morte, especialmente em crianças pequenas e pessoas com baixa imunidade.

As autoridades reforçam que qualquer pessoa com sintomas compatíveis deve procurar imediatamente uma unidade de saúde para diagnóstico e acompanhamento, contribuindo para evitar a propagação da doença.

O alerta vale para toda a população, especialmente nos municípios de fronteira como Brasileia, Epitaciolândia e Assis Brasil, que têm maior contato com o território boliviano.

Por Ac24horas 

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