Um relatório divulgado nesta terça-feira, 26, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), durante a Semana Mundial da Água, em Estocolmo, acende um alerta sobre a desigualdade no acesso à água potável, saneamento e higiene em todo o mundo.
No Brasil, o Acre aparece como o estado em situação mais crítica: 12,7% das crianças e adolescentes vivem em locais sem água canalizada. O dado reforça a vulnerabilidade da infância na região amazônica, onde a escassez de infraestrutura básica agrava os desafios sociais e de saúde pública.
Após o Acre, os estados com piores índices são a Paraíba (12,2%), Amazonas (11,3%), Pará (9,8%) e Alagoas (9,1%). No total, o Unicef estima que 2,8 milhões de crianças brasileiras ainda não têm acesso adequado à água potável.
O levantamento aponta ainda que, em escala global, mais de 2 bilhões de pessoas não possuem água potável com gestão segura, e 3,4 bilhões carecem de saneamento básico.
Redação Juruá24horas






