Com a proximidade do início do ano letivo de 2026, pais e responsáveis em Cruzeiro do Sul já sentem no bolso o impacto do aumento nos preços do material escolar. A realidade local acompanha a tendência observada em todo o país, onde pesquisas apontam elevação nos custos de itens básicos utilizados por estudantes da educação infantil ao ensino médio.
Em papelarias e estabelecimentos comerciais do município, produtos como cadernos, mochilas, lápis, canetas, papel A4 e materiais de pintura apresentam valores mais altos em comparação ao ano passado. Comerciantes explicam que o reajuste está ligado ao aumento nos custos de produção, transporte e reposição de estoque, além da inflação acumulada.
Para muitas famílias, especialmente aquelas com mais de um filho em idade escolar, o gasto com material representa um desafio extra no orçamento. Moradores relatam que, para economizar, a estratégia tem sido reaproveitar materiais do ano anterior, substituir marcas mais caras por opções simples e pesquisar preços antes de fechar as compras.
Apesar da alta, a variação de preços entre as papelarias de Cruzeiro do Sul ainda é significativa, o que reforça a importância da pesquisa por parte do consumidor. Órgãos de defesa do consumidor orientam que os pais fiquem atentos a itens que não podem ser exigidos pelas escolas, como materiais de uso coletivo ou produtos de higiene e limpeza.
A expectativa do comércio local é de movimento intenso nas próximas semanas, impulsionado pelo pagamento de salários e benefícios sociais. Já as famílias seguem buscando alternativas para garantir o material escolar sem comprometer outras despesas essenciais.






