Trump diz que Irã quer fazer acordo, mas líderes têm “medo” de admitir

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira (25) que o Irã quer fazer um acordo “com muita urgência”, mas que as lideranças iranianas “têm medo de dizer

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira (25) que o Irã quer fazer um acordo “com muita urgência”, mas que as lideranças iranianas “têm medo de dizer isso”.

“Eles estão negociando, aliás, e querem muito fazer um acordo, mas têm medo de dizer isso porque acham que serão mortos pelo próprio povo. Também têm medo de serem mortos por nós”, disse Trump durante um jantar de arrecadação recursos para a campanha do Partido Republicano, em Washington.

O Irã está analisando uma proposta dos Estados Unidos para encerrar a guerra no Golfo, mas não tem intenção de realizar negociações para encerrar o conflito mais amplo no Oriente Médio, de acordo com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi.

O chanceler reconheceu que houve trocas de mensagens com os Estados Unidos, mas destacou que essa comunicação não equivale a uma negociação formal.

Os comentários do ministro de Abbas Araqchi indicam alguma disposição do Irã para negociar o fim da guerra caso as exigências iranianas sejam atendidas.

Mais cedo, no entanto, a emissora iraniana Press TV afirmou, citando uma autoridade não identificada, que o governo havia rejeitado a proposta dos Estados Unidos e apresentado condições para o fim da guerra.

Ainda de acordo com a emissora iraniana, essas condições incluiriam:

Uma completa interrupção das “agressões e assassinatos”;

O estabelecimento de mecanismos concretos para garantir que a guerra contra o Irã não seja retomada;

O pagamento garantido e claramente definido de indenizações e reparações de guerra;

A condição de que a guerra seja encerrada em todas as frentes e para todos os grupos apoiados pelo Irã na região (o que exigiria o fim dos ataques de Israel ao Líbano, que têm como alvo o Hezbollah);

A garantia de que o Irã possa exercer soberania sobre o Estreito de Ormuz e que seu direito legal sobre o estreito seja reconhecido.

*Com Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira (25) que o Irã quer fazer um acordo “com muita urgência”, mas que as lideranças iranianas “têm medo de dizer isso”.

“Eles estão negociando, aliás, e querem muito fazer um acordo, mas têm medo de dizer isso porque acham que serão mortos pelo próprio povo. Também têm medo de serem mortos por nós”, disse Trump durante um jantar de arrecadação recursos para a campanha do Partido Republicano, em Washington.

O Irã está analisando uma proposta dos Estados Unidos para encerrar a guerra no Golfo, mas não tem intenção de realizar negociações para encerrar o conflito mais amplo no Oriente Médio, de acordo com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi.

O chanceler reconheceu que houve trocas de mensagens com os Estados Unidos, mas destacou que essa comunicação não equivale a uma negociação formal.

Os comentários do ministro de Abbas Araqchi indicam alguma disposição do Irã para negociar o fim da guerra caso as exigências iranianas sejam atendidas.

Mais cedo, no entanto, a emissora iraniana Press TV afirmou, citando uma autoridade não identificada, que o governo havia rejeitado a proposta dos Estados Unidos e apresentado condições para o fim da guerra.

Ainda de acordo com a emissora iraniana, essas condições incluiriam:

Uma completa interrupção das “agressões e assassinatos”;

O estabelecimento de mecanismos concretos para garantir que a guerra contra o Irã não seja retomada;

O pagamento garantido e claramente definido de indenizações e reparações de guerra;

A condição de que a guerra seja encerrada em todas as frentes e para todos os grupos apoiados pelo Irã na região (o que exigiria o fim dos ataques de Israel ao Líbano, que têm como alvo o Hezbollah);

A garantia de que o Irã possa exercer soberania sobre o Estreito de Ormuz e que seu direito legal sobre o estreito seja reconhecido.

*Com Reuters

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