A chamada “super quarta” de reajustes no setor elétrico deve impactar cerca de 29 milhões de consumidores em todo o país, com aumentos nas tarifas de energia aprovados ou analisados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Os reajustes fazem parte do calendário regulatório das distribuidoras e, em muitos casos, vêm com aumentos acima da inflação. Em 2026, a previsão é de que a conta de luz suba, em média, cerca de 8%, pressionando ainda mais o orçamento das famílias brasileiras.
Além disso, os aumentos podem variar bastante entre as regiões e concessionárias, com alguns casos chegando a dois dígitos ou próximos de 20%, dependendo dos custos locais de geração, transmissão e encargos do setor.
Entre os principais fatores que explicam a alta estão:
- aumento nos custos de compra de energia
- encargos do setor elétrico
- investimentos das distribuidoras
- condições climáticas, como nível dos reservatórios
No cenário atual, os reajustes já atingem ou devem atingir dezenas de milhões de unidades consumidoras, tornando a energia elétrica um dos principais vilões do custo de vida em 2026.





