O primeiro caso confirmado de moko da bananeira no Acre já vinha sendo acompanhado por equipes do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) desde o mês de abril. A informação foi divulgada após a confirmação oficial da doença em uma plantação localizada no município de Feijó.
Segundo os órgãos de defesa sanitária, a investigação começou ainda durante as primeiras suspeitas da presença da bactéria que causa a doença, considerada uma das mais destrutivas para a cultura da banana. Desde então, equipes técnicas intensificaram inspeções e monitoramentos em propriedades rurais do Vale do Juruá e outras regiões produtoras.
O Idaf informou que já realizou centenas de inspeções em municípios como Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves, com ações de orientação aos produtores e fiscalização fitossanitária para evitar a disseminação da praga.
O moko da bananeira é causado por uma bactéria que provoca amarelecimento das folhas, escurecimento interno dos frutos e morte precoce das plantas, trazendo grandes prejuízos econômicos à produção agrícola. Apesar disso, especialistas reforçam que a doença não oferece riscos à saúde humana.
Entre as medidas adotadas estão o isolamento das áreas afetadas, destruição de plantas contaminadas e orientação para que produtores utilizem apenas mudas certificadas. O governo estadual e órgãos federais também reforçaram ações conjuntas para conter novos focos da doença no Acre.






