O Ministério Público do Acre (MPAC) emitiu um alerta à população sobre o risco de meningite associada ao caramujo-africano, reforçando a necessidade de prevenção e cuidados no manuseio e contato com o molusco, que pode ser hospedeiro de parasitas nocivos à saúde humana.
De acordo com o órgão, o caramujo-africano pode estar relacionado à transmissão de doenças como a meningite eosinofílica, causada por parasitas que afetam o sistema nervoso. A recomendação é evitar o contato direto com o animal e nunca manipulá-lo sem proteção adequada.
O MP orienta que, em caso de identificação do caramujo em quintais, terrenos ou áreas públicas, a população não deve esmagá-lo ou descartá-lo de forma inadequada. O procedimento correto inclui o uso de luvas, coleta segura e descarte orientado por órgãos ambientais ou de saúde.
O órgão também reforça a importância de medidas preventivas, como manter quintais limpos, evitar acúmulo de lixo e restos orgânicos e vedar possíveis locais de abrigo do molusco.
Além disso, o Ministério Público destaca a necessidade de ações integradas entre poder público e comunidade para controle da espécie e redução dos riscos à saúde pública, especialmente em períodos de maior proliferação do caramujo.







