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M. Thaumaturgo

Prefeito de Marechal Thaumaturgo rebate acusações de desvio de convênio da SEPA

Por Agência Xadrez 26/10/2022 12:24
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Um agricultor de Marechal Thaumaturgo acusou o prefeito Valdélio Furtado (PSD) de usar recursos de convênio com a SEPA para favorecer Familiares e amigos com açudes de graça. Porém, o gestor rebateu e desmentiu as acusações.

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De acordo com ele, o convênio é destinado a construção de açudes e é isso que vem sendo feito na região do assentamento. “Lá existe a necessidade, onde as pessoas não tem açude, é necessidade alimentar”, disse.

Valdélio explicou que já foram construídos açudes no Ramal do Gelson e em outros. Tudo isso visando a necessidade da população que mora naquele local. “É uma irresponsabilidade de quem está passando essas informações de que estamos priorizando família e amigos. É uma inverdade e nós vamos continuar fazendo nosso trabalho, porque sabemos da necessidade dessa população. Eu peço a essa pessoa que não tem compromisso que possa trabalhar e produzir a nossa sociedade”, pontuou.

O secretário de Agricultura, João Luciano, também saiu em defesa do prefeito Valdélio Furtado. Segundo ele, tem havido um compromisso sério com a construção dos açudes. “Se há essa má informação, não é verdade, a gente precisa esclarecer. Se alguém tiver dúvida pode ir lá olhar a construção.

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Marcelo Bezerra, técnico engenheiro agrônomo, também se manifestou sobre a acusação. “Amigos, a prefeitura de marechal Thaumaturgo, por meio da secretaria municipal de Agricultura vem executando um projeto de açudagem em parceria com governo do estado, e tem como responsável  técnico eng. Agro, Marcelo Bezerra,  esse convênio tem projeção pra construir 73 açudes até o fim do ano, destes, mais de 30 já foram construídos,  tendo como requisitos técnicos de escolha só local, inicialmente a impossibilidade de construção na resex extrativista alto Juruá, tendo em vista que o ICMBIO ” gestor da unidade” não autorizou ainda a entrada de máquinas na reses, diante disso, usamos o critério de fazer no PA Amônia, iniciando do final dos ramais, onde não existe acesso a rios ou lagos e ainda dificuldades de acesso a cidade pra compra de alimentos, construindo em praticamente todos os lotes da extensão do ramal, a quem possuía titularidade da terra, sem distinção de pessoa, família, clero ou posicionamento político, entretanto dias atrás um temporal forte danificou algumas barragens que estavam inacabadas ” sem sangradouro”,  mas  já está sendo feito manutenção corretiva, por fim, seguimos firme com esse projeto tendo maior cuidado e compromisso pois sabemos que certamente trará segurança alimentar aos que mais precisam, principalmente a locais de difícil acesso”, disse.

Beatriz Santos, Juruá24HORAS.

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