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Grupo armado rouba caminhonetes de empresário e mantém família refém por quase 20 horas em Rio Branco

Por Agência Xadrez 07/11/2022 10:40
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Um empresário teve a casa invadida por bandidos armados, que fizeram ele e uma irmã dele reféns, por quase de 20 horas, e roubaram duas caminhonetes e uma motocicleta, além de outros bens da residência avaliados em quase R$ 500 mil, em Rio Branco.

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O roubo teve início na noite de sábado, 5, quando os bandidos invadiram a casa, no bairro Raimundo Melo, e renderam o empresário e a irmã dele.

Após roubarem os dois veículos, os bandidos se dividiram, uma parte seguiu com as vítimas reféns para a estrada do Quixadá, onde mantiveram os irmãos em cárcere privado, enquanto os demais seguiram nos dois carros, em direção à fronteira.

Segundo informações da polícia, os criminosos, não satisfeitos, retornaram, no período da manhã à residência das vítimas e roubaram uma motocicleta.

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No período da tarde de domingo, 6, um filho do empresário, que é policial militar, e reside em Epitaciolândia, passeava em Brasileia, quando avistou os dois carros de propriedade dos pais, atravessando a ponte da Amizade com destino à Bolívia.

Imediatamente, o militar suspeitou que o pai estava sequestrado e pediu a uma tia que fosse à casa dele, enquanto ele seguia as caminhonetes.

Quando a tia do militar e a irmã do empresário chegaram na casa, notaram que os carros não estavam na garagem e a residência estava toda revirada.

Desesperada, a mulher comunicou ao sobrinho, que acionou os colegas de farda e a Polícia Civil, que conseguiram prender dois criminosos e, com ajuda da Polícia Nacional Boliviana, localizaram os dois veículos.

Através de um trabalho de inteligência, a polícia monitorou a conversa entre os dois bandidos presos na fronteira e o bando que mantinha as vítimas em cativeiro.

Acreditando que tudo havia corrido conforme o planejado pela quadrilha, os criminosos abandonaram os reféns, que conseguiram pedir ajuda a um morador, que acionou a Polícia Militar.

A operação para prender os bandidos na fronteira contou com o auxílio da Polícia Rodoviária Federal, Civil, Militar e Gefron.

agazetadoacre

 

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