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Cidades do Juruá

Campanha ’16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher’ realiza panfletagem no centro de Cruzeiro do Sul

Por Agência Xadrez 10/12/2022 17:16
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O movimento”16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres” 2022, é promovida pela coordenação de políticas públicas para as mulheres em Cruzeiro do Sul. A campanha iniciou no dia 25. Serão 16 dias de atividades com palestras e ações de conscientização envolvendo toda a rede de proteção atuante no município.

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“E aqui fazendo uma panfletagem, levando a informação às pessoas que estão passando aqui no mercado que é bastante movimentado. Estamos levando um pouco do conhecimento também para essas mulheres e que elas também possam entender que não estão sozinhas, tem toda uma rede de proteção que está trabalhando para que essa mulher possa se sentir também segura. E o recado que a gente deixa é que denuncie”, disse Sergiane Silva, coordenadora de Políticas Pública para as Mulheres em Cruzeiro do Sul.

Policiais militares que compõem a patrulha Maria da Penha também participaram da atividade. Atualmente em Cruzeiro do Sul, cerca de 50 mulheres estão resguardadas por foça de medida protetiva e são acompanhadas pela patrulha. O Sargento Janderson de Oliveira, comandante da Patrulha Maria da Penha falou do trabalho realizado pela equipe.

“O nosso trabalho é fazer com que as medidas protetivas sejam cumpridas. E para os homens a gente alerta que descumprir, serão presos, porque nós estamos vigilantes”, enfatizou o Sargento Janderson de Oliveira.

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Durante a ação no centro da cidade foi realizada a distribuição de panfletos e conversa com alguns homens e mulheres quanto a problemática da violência doméstica.   Seu João Lopes, de 84 anos, recebeu a visita da equipe, e é um bom exemplo a ser seguido. Casado há 56 anos, o aposentado disse que sempre procurou tratar bem a companheira.

“Eu sempre tratei bem aminha companheiro. Homem quando é homem, que traz uma mulher para sua companhia ele tem que amar, cuidar, dar toda a assistência. Se levantar a mão é porque não gosta, e se bater tem que ser preso”, disse o idoso.

Redação Jurua24horas

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