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Acre

Buscas por indígena de 63 anos que sumiu em mata no Acre são suspensas após cinco dias

Por Redação Juruá 24 horas 27/01/2024 13:46 Atualizado em 27/01/2024 13:46
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Os bombeiros suspenderam neste sábado (27) as buscas pelo indígena Tarcílio Kulina, de 63 anos, que sumiu na madrugada de domingo (21) da área onde estava acampado com parentes às margens do Rio Purus, em Manoel Urbano, interior do Acre.

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Quatro bombeiros de Sena Madureira, cidade vizinha, percorreram um perímetro de três quilômetros, área rodeada pelo rio e por onde o idoso possa ter passado. Tarcílio Kulina mora em uma aldeia em Santa Rosa do Purus, município isolado do Acre, e teria saído da área onde estava dormindo reclamando de dor.

Um filho dele registrou um boletim de ocorrência na terça-feira (23). O indígena contou que o pai entrou em uma mata e não foi mais visto desde então. Os familiares iniciaram as buscas na segunda-feira (22) e acionaram o Corpo de Bombeiros na terça.

O responsável pelas buscas, tenente Eduardo Santos Silva, confirmou ao g1 que alguns indígenas seguem fazendo buscas pelo idoso na mata. Quatro bombeiros de Sena Madureira estavam envolvidos nos trabalhos e já voltaram para o município vizinho após a suspensão das buscas.

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Varredura em área

Nesse sexta (26), o tenente disse que 800 metros adiante da área, onde as buscas se concentram, ficam várias fazendas com acesso à BR-364. Umas das possibilidades estudadas é a de que o indígena possa ter passado por alguma dessas fazendas e pegado a rodovia.

“Fizemos um pente fino na região. Andamos na mata onde falaram que ele foi. É um lugar bom de andar, a gente consegue ouvir o barulho dos barcos, de motosserra. É uma área extensa, mas de muita movimentação, até mesmo dos indígenas, pescadores e fazendeiros”, destacou.

Bombeiros iniciaram as buscas na terça-feira (23) — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros do Acre

Ainda segundo o bombeiro, a probabilidade de o indígena ter se perdido é mínima. A equipe acredita que ele possa estar inconsciente ou até mesmo machucado. “Utilizamos um cão de resgate, andamos pela área, em alguns pontos é difícil de andar, mas não tem como dizer que os rastos que achamos é dele. Tem a possibilidade dele ter saído na BR, então, andamos por lá também”, complementou.

G1

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