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Acre

Só 79,51% dos recém-nascidos foram vacinados contra pneumonia no Acre

Por Redação Juruá 24 horas 31/01/2024 09:36 Atualizado em 31/01/2024 09:36
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Dados divulgados pela coordenadora estadual do Programa Nacional de Imunizações, Renata Quiles, apontam que a procura pela vacina Pneumocócica 10-valente conjugada (VPC-10), para recém-nascidos, tem sido abaixo do estimado.

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O imunizante está incluído no Programa Nacional de Imunizações (PNI) há 14 anos, e segue disponível em grande estoque no Acre para todas as crianças de até um ano.

Para se ter ideia, no ano de 2023, apenas 79,51% do público-alvo foi vacinado com a Pneumo10 em todo o Estado.

Separado por regionais, o Baixo Acre alcança a margem de 83,51% do público-alvo, enquanto no Alto Acre este percentual cai para 81,08% e o vale do Juruá alcançou apenas 71,96% do público-alvo. Os dados são do Programa Nacional de Imunizações no Acre.

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“As baixas coberturas vacinais são o nosso termômetro de que nossas crianças não estão protegidas. O objetivo é que possamos passar pela doença sem sintomas ou com sintomas brandos”, esclarece Renata Quiles, coordenadora estadual do Programa Nacional de Imunizações.

Conforme o Ministério da Saúde, a utilização da vacina pneumocócica promove não somente uma redução expressiva dos casos de pneumonia e doenças pulmonares, mas também a redução de variações resistentes à penicilina. Ela é aplicada por meio de injeção e protege contra inflamação no ouvido e doenças graves causadas pelo Streptococcus pneumoniae, motivo de mortes no mundo todo.

Quando um bebê nasce, o organismo não possui defesas suficientes para combater infecções de origem externa, como vírus e bactérias. Logo, as vacinas são um importante instrumento para diminuir os riscos de doenças e possibilitando um crescimento saudável.

“A vacina pneumo10 está disponível gratuitamente pelo SUS. Então os pais que ainda não vacinaram seus filhos podem levá-los até uma Unidade Básica de Saúde com a carteira de vacinação, porque nesta época do ano é comum o aumento de doenças respiratórias e é preciso proteger as nossas crianças de complicações graves e até a morte”, finalizou Renata Quiles.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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