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Acre

Rio Branco é a 2ª capital do país com pior índice de transparência de dados, aponta pesquisa

Por Redação Juruá 24 horas 06/06/2024 09:03 Atualizado em 06/06/2024 09:03
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A capital do Acre, Rio Branco, tem um dos piores índices de transparência de dados, conforme o Índice de Dados Abertos para Cidades (ODI Cidades) 2023 da Open Knowledge Brasil (OKBR). A capital ficou na 25ª posição, sendo a segunda pior colocada na pesquisa à frente apenas de Boa Vista (RR).

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O estudo avaliou as 26 cidades sobre a transparência dos órgãos públicos e apenas cinco não receberam a nota mínina. O g1 entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Rio Branco e aguarda retorno.

As capitais com as melhores notas foram São Paulo (SP), Belo Horizonte (BH), Recife (PE), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE). Os dados foram divulgados nessa terça-feira (4).

A pesquisa determinou um índice com variação em uma escala de 0 a 100% em cinco níveis: opaco (0 a 20%); baixo (21% a 40%); médio (41% a 60%); bom (61% a 80%) e alto (81% a 100%). A capital acreana ficou com nível opaco e pontuação um.

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Rio Branco aparece em penúltimo lugar em relação a transparência de dados — Foto: Reprodução

‘”No ranking geral, duas cidades do Sudeste têm nível de abertura ‘médio’. Nordeste tem duas cidades no nível de abertura ‘baixo’, seguida da região Sul, com uma cidade atingindo o mesmo nível. As regiões Norte e Centro-Oeste têm todas as suas capitais no nível ‘opaco'”, diz o estudo.

Para fazer o levantamento, a Open Knowledge Brasil utilizou dados das seguintes áreas: administração pública, assistência e desenvolvimento social, cultura, educação, esporte e lazer, finanças públicas, habitação, infraestrutura urbana, legislação, meio ambiente, mobilidade e transporte público, ordenamento territorial e uso do solo, saúde e segurança pública.

Foram analisadas ainda entre quatro a cinco categorias em cada área. Veja a posição e a pontuação da capital acreana por área:

“Os resultados do ODI Cidades 2023 nos confirmam uma realidade já esperada: a baixíssima disponibilidade de dados abertos em diversas áreas de políticas públicas e a qualidade limitada de boa parte dos dados já disponíveis”, destaca a pesquisa.

G1

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