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Servidores da Educação em Cruzeiro do Sul Participam de Palestra ‘Feminicídio Zero’ no mês do ‘Agosto Lilás’

Por Redação Juruá 24 horas 23/08/2024 15:17 Atualizado em 23/08/2024 15:17
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Na tarde desta sexta-feira, os servidores da Representação da Secretaria de Estado de Educação em Cruzeiro do Sul (RSEE) participaram de uma importante palestra com o tema “Feminicídio Zero”. A ação faz parte da campanha ‘Agosto Lilás’, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a necessidade de denunciar a violência doméstica em suas diversas formas.

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A coordenadora de ensino da RSEE, Rocinete Santos, destacou a relevância dessa iniciativa, enfatizando que o ‘Agosto Lilás’ não apenas relembra o histórico de lutas, mas também reforça a importância de levar informações sobre a violência doméstica a todos os setores da sociedade. Segundo Rocinete, o conhecimento é uma ferramenta essencial para quebrar o ciclo de violência, muitas vezes naturalizado, que atinge mulheres de todas as classes sociais. “Levar essas informações dentro das repartições públicas é fundamental, pois muitas vezes a denúncia não acontece por uma série de fatores, e nosso papel é ajudar a empoderar as vítimas para que saibam a quem recorrer no momento certo”, afirmou.

Jamaira Freitas, assistente social do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) em Cruzeiro do Sul, foi uma das palestrantes do evento. Ela ressaltou que a violência doméstica vai além da agressão física, abrangendo outros tipos como a violência psicológica, moral, sexual e patrimonial. Jamaira explicou que o ‘Agosto Lilás’ é uma oportunidade crucial para educar e alertar as mulheres sobre esses diferentes tipos de violência, incentivando-as a buscar ajuda e romper com o ciclo de abuso.

A campanha ‘Agosto Lilás’ foi instituída em âmbito nacional em 2022, e desde então, tem promovido diversas ações em todo o país para fortalecer o combate à violência contra a mulher. Durante o mês de agosto, instituições públicas e privadas intensificam suas atividades de conscientização, reforçando a importância de denunciar e prevenir a violência doméstica, além de informar sobre os direitos assegurados pela Lei Maria da Penha, sancionada em 2006.

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