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Acre

Operação “Lobo Mau” combate crimes de abuso sexual infantil em 20 estados e no DF 

Por Redação Juruá 24 horas 31/10/2024 10:17 Atualizado em 31/10/2024 10:17
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Na manhã desta quinta-feira (31), foi deflagrada a Operação “Lobo Mau”, que busca combater crimes de abuso sexual infantil. Conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, a ação cumpriu 92 mandados de busca e apreensão em 20 estados, incluindo o Acre, além do Distrito Federal.

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Esta operação tem como objetivo desmantelar uma rede criminosa envolvida na produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil (CSAM) em redes sociais. O Ministério Público informou em nota que a força-tarefa reúne diversas instituições, com apoio da Homeland Security Investigations (HSI) e da Embaixada dos Estados Unidos, para intensificar o combate à exploração sexual infantil na internet. 

Através das investigações, os agentes descobriram a presença de um grande número de criminosos que utilizam plataformas digitais, entram em contato e  induzem crianças e adolescentes a produzir conteúdo de nudez e até de natureza sexual. Esse material ilícito era distribuído em grupos fechados em aplicativos como Telegram, Instagram, Signal e WhatsApp, além de plataformas de jogos como Roblox, aplicativo utilizado majoritariamente por crianças.

Os dispositivos eletrônicos que eram utilizados para a produção e armazenamento dos conteúdos estão sendo apreendidos para análise forense, com o objetivo de identificar outros envolvidos na rede. 

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Além do Acre, a operação mobilizou equipes das Polícias Civis e  Ministérios Públicos, além de outros estados como Bahia, Goiás, Minas Gerais, e Rio de Janeiro, com o apoio das Polícias Militares de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. Assim, vale destacar a importância da atuação conjunta e contínua no combate a esses crimes. 

O nome da operação “Lobo Mau” refere-se aos criminosos que se esconde atrás de uma fachada de normalidade para se aproximar da vítima, ganhar a confiança e depois atacá-la, situação que é potencializada enormemente no ambiente virtual, onde as pessoas não se veem, informou o MP

Redação Juruá24horas 

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