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Acre

Menino de 9 anos morre com suspeita de dengue hemorrágica em Cruzeiro do Sul

Por Redação Juruá 24 horas 12/12/2024 14:01 Atualizado em 12/12/2024 14:46
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Um menino de 9 anos morreu na última segunda-feira, 9, no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, com suspeita de dengue hemorrágica. A Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) investiga o caso para confirmar a causa da morte.

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Morador do bairro Cruzeirão, o garoto foi inicialmente atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na quarta-feira, 4, medicado e liberado. No sábado, 7, seu quadro clínico se agravou e ele foi internado no Hospital do Juruá, onde chegou a ser encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu e faleceu dois dias depois.

O médico pediatra Rondney Brito, que atendeu o menino no hospital, explicou que ele chegou com um quadro grave de dengue. “Já entrou com dengue C, com sinais de alarme. Isso é a classificação de gravidade da dengue. A gente classifica em A, B, C, D de acordo com os sinais de gravidade e o protocolo de conduta”, detalhou o pediatra.

A direção do Hospital do Juruá ainda não se pronunciou sobre o caso. A representante da Sesacre em Cruzeiro do Sul, Diane Carvalho, informou que a Vigilância Epidemiológica está investigando a situação. “Ainda estamos em processo de investigação nesse momento”, afirmou.

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Ações de combate à dengue no município

O secretário municipal de Saúde de Cruzeiro do Sul, Áureo Neto, destacou que, apesar de uma redução de 19% nos casos de dengue no município entre janeiro e dezembro, os números voltaram a subir com o início do período chuvoso em dezembro.

“A prefeitura está monitorando os bairros e intensificando as ações de combate à dengue, como a borrifação. Vamos realizar coletas de exames e garantir soro de hidratação oral em todas as Unidades Básicas de Saúde. A determinação do prefeito Zequinha Lima é reforçar essas medidas e contar com a colaboração da população para eliminar focos do mosquito nos quintais e buscar atendimento em casos de sintomas como febre”, afirmou o secretário.

O caso reforça a importância das ações preventivas e do atendimento imediato aos sintomas da dengue, especialmente durante o período de chuvas, quando o risco de proliferação do mosquito transmissor aumenta.

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