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Acre vai receber do Governo Federal cerca 47,5 mil testes rápidos da dengue

Por Redação Juruá 24 horas 22/01/2025 14:20 Atualizado em 22/01/2025 14:21
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O Ministério da Saúde anunciou a distribuição de 6,5 milhões de testes rápidos para diagnóstico da dengue, com foco em municípios distantes e com acesso limitado a laboratórios. Para o Acre, o Governo Federal irá disponibilizar cerca de 47.550 testes. Assim, a partir da próxima semana o governo vai iniciar o fornecimento para todos os estados e o Distrito Federal, enviando 4,5 milhões de unidades de testes rápidos.

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Será a primeira vez que esse tipo de teste será disponibilizado na rede pública, como em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com isso, o investimento total supera R$17,3 milhões, e os gestores estaduais receberão uma nota técnica com critérios de utilização. 

Como funcionará o teste rápido? 

No Sistema Único de Saúde (SUS) existem outros dois tipos de testes para identificação da doença: a biologia molecular e o sorológico, disponíveis nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen). E a partir da próxima semana, a população conta com uma terceira opção, o teste rápido. 

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O novo teste rápido é capaz de detectar a presença do vírus da dengue, mas sem identificar o sorotipo da doença. O diagnóstico ocorre em até 10 minutos após a coleta de amostra de sangue, soro ou plasma do paciente. Mas uma nota técnica do MS alerta que o teste rápido é indicado para o diagnóstico na fase aguda, ou seja, deve ser realizado entre o primeiro e o quinto dia após o início dos sintomas. 

Dessa forma, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, ressalta que, apesar de o teste rápido colaborar para ampliação do acesso ao diagnóstico, ele não substitui a coleta de amostras laboratoriais que, segundo ela, são fundamentais para a vigilância epidemiológica.

“Não podemos esquecer a importância da manutenção da coleta das amostras para a vigilância epidemiológica, uma vez que o teste rápido não diferencia os sorotipos da dengue e nem outras arboviroses, como zika e chikungunya”, concluiu.

Redação Juruá24horas 

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