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Médico suspeito de matar mulher envenenada é preso com a mãe

Por Redação Juruá 24 horas 07/05/2025 09:28 Atualizado em 07/05/2025 09:28
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O médico Luiz Antonio Garnica, 38 anos, e sua mãe, Elizabete Arrabaça, 67, foram presos nesta terça-feira (6/5) suspeitos de matarem a professora Larissa Rodrigues, esposa dele, em março deste ano na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

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Polícia Civil cumpriu os mandados de prisão temporária contra os dois depois de o laudo toxicológico apontar a presença de chumbinho no corpo de Larissa, que tinha 37 anos. Luiz Antonio foi detido enquanto trabalhava em um consultório em Ribeirão Preto enquanto sua mãe foi presa no Jardim Irajá, na zona sul da cidade.

O delegado Fernando Bravo, que chefia a investigação, disse, em entrevista coletiva, que uma testemunha confirmou que a mãe do médico estava procurando chumbinho. “Ontem nós conseguimos encontrar uma testemunha que relatou que a sogra estava procurando o chumbinho para comprar, aproximadamente 15 dias antes da morte, então isso nos trouxe uma segurança que ela juntamente com o filho mataram a Larissa”.

Bravo afirmou ainda que o comportamento do médico no momento em que as autoridades chegaram ao apartamento onde a professora foi achada morta chamou a atenção da polícia. “A participação dele ficou bem evidente para nós pela forma que ele encontrou a Larissa, ela já estava com rigidez cadavérica e ele tentava limpar o apartamento como se fosse tentar desfazer as provas para a perícia técnica não detectar uma prova contra ele, então isso nos deu segurança pra pedir a prisão dos dois”.

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O que aconteceu

A polícia trabalha agora para descobrir como a mãe de Garnica conseguiu a substância e a motivação do crime. Segundo o delegado, a sogra foi a última pessoa a ver Larissa com vida na véspera da morte.

A investigação também apontou que a mulher pesquisou onde encontrar o chumbinho: “Ela chegou a ligar para uma amiga que é fazendeira para saber se ela tinha essa substância na fazenda. Quando a amiga disse que não, ela pediu indicação de lugar para comprar, mas não foi fornecido ou indicado”.

Por Metrópoles 

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