Início / Versão completa
Acre

Caso Juliana Chaar: suspeito de atropelar e matar assessora jurídica segue foragido 16 dias após o crime

Por Redação Juruá 24 horas 07/07/2025 16:25 Atualizado em 07/07/2025 16:25
Publicidade

Dezesseis dias após o atropelamento que tirou a vida da bacharela em Direito Juliana Chaar, o principal suspeito de conduzir o veículo, Diego Luiz Gois Passo, ainda não se apresentou às autoridades. Segundo a defesa, ele está em Rio Branco e aguarda uma resposta judicial ao pedido de revogação da prisão temporária.

Publicidade

O advogado Felipe Muñoz, responsável pela defesa de Diego, informou que a expectativa é de que a Justiça decida ainda nesta semana se o suspeito poderá responder em liberdade. “Acreditamos que a decisão favorável para ele responda em liberdade saia ainda esta semana. Além disso, reforçamos que Diego irá apresentar o carro às autoridades”, afirmou.

Juliana Chaar, de 35 anos, morreu no dia 21 de junho, no Centro Cirúrgico do Pronto-Socorro de Rio Branco. Ela foi atropelada durante uma confusão generalizada nas proximidades da boate Dibuteco, no bairro Isaura Parente, durante a madrugada.

A defesa de Diego sustenta que ele teria reagido instintivamente ao som de um disparo de arma de fogo no momento da briga. De acordo com Muñoz, o disparo foi efetuado pelo advogado Keldheky Maia, amigo da vítima. “O Diego, quando viu a arma na direção dele, com um disparo sendo efetuado, como qualquer pessoa, procurou se sair da zona de risco. Procurou sobreviver”, alegou o defensor, acrescentando ainda que não teria sido seu cliente a iniciar a briga. “Ele apenas reagiu”.

Publicidade

Segundo o advogado, o condutor do carro teria cogitado retornar ao local do atropelamento para verificar o que havia acontecido, mas recuou ao perceber a presença de uma multidão e por receio de sofrer represálias.

Decreto de prisão 

Um dia após a morte de Juliana, a Justiça do Acre decretou prisão temporária contra Diego Luiz Gois Passo, por homicídio doloso qualificado. Também foram autorizadas busca e apreensão em sua residência e a quebra do sigilo telemático, permitindo o acesso a dados de celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos que possam contribuir com a investigação.

O caso está sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que assumiu o inquérito após os primeiros procedimentos conduzidos pela Delegacia de Flagrantes (Defla).

agazeta do acre

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.