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Gladson: “se eu fosse o Lula, iria bater na porta do Trump: “Mr. President, bora se aquietar”

Por Redação Juruá 24 horas 31/07/2025 05:34 Atualizado em 31/07/2025 05:34
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Durante entrevista concedida na quinta noite da Expoacre 2025, nesta quarta-feira, 30, o governador Gladson Cameli (Progressistas) comentou, com bom humor, como agiria se estivesse no lugar do presidente Lula em relação à política externa envolvendo os Estados Unidos da América (EUA).

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Cameli sugeriu que buscaria diretamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para dialogar sobre os interesses do Brasil na questão envolvendo o ‘Tarifaço’ de 50% dos produtos brasileiros, imposto pelo presidente Donald Trump.

“Eu ia dizer: ‘Presidente Trump, bora se aquietar, bora ver o que é que o Brasil pode fazer’. Eu ia de gravata vermelha lá com o Trump. O pessoal usa gravata vermelha também, isso gera empatia. Vamos acalmar os ânimos. Eu já ia direto bater na porta dele”, afirmou aos risos. .

O governador ainda comentou que o cenário global é desafiador, mas que o Brasil tem potencial para se destacar. “O Brasil é um país continental. Os Estados Unidos precisam de nós. A China está doidinha para vir pra cá, está lambendo os lábios. A verdade tem que ser dita”, disse aos risos.

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Ao final, Cameli fez questão de dizer que não iria provocar o presidente Donald Trump. “Agora, eu não vou cutucar um leão com vara curta [em relação a Trump]. Não vou mesmo, eu ia bater na porta dele: ‘Mr. President, please”, completou aos risos.

Por Ac24horas 

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