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Alan Rick e Márcio Bittar estão entre os que apoiam impeachment de Alexandre de Moraes

Por Redação Juruá 24 horas 07/08/2025 06:42
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Uma imagem com os nomes e rostos de 40 senadores que apoiam a abertura de um processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, passou a circular nesta semana nas redes sociais e foi divulgada oficialmente pelo líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ). Entre os parlamentares que aparecem na arte, estão os senadores acreanos Márcio Bittar e Alan Rick, ambos do União Brasil.

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Segundo apuração do portal Metrópoles, a divulgação integra uma estratégia de pressão articulada pela ala bolsonarista do Congresso Nacional, que tem defendido com ênfase o afastamento de Moraes como parte central de sua pauta de obstrução legislativa. A ofensiva ocorre em meio a críticas de setores conservadores ao papel do ministro em decisões que envolvem inquéritos sobre atos antidemocráticos e fake news.

Além de Alan Rick e Márcio Bittar, compõem a lista de apoio ao impeachment nomes como Alessandro Vieira (MDB-SE), Marcos Pontes (PL-SP), Carlos Viana (Podemos-MG), Damares Alves (Republicanos-DF), Eduardo Girão (Novo-CE), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Magno Malta (PL-ES), Sergio Moro (União Brasil-PR), Rogério Marinho (PL-RN), Styvenson Valentim (Podemos-RN), Zequinha Marinho (Podemos-PA), entre outros, totalizando 40 senadores até o momento.

Conforme determina o regimento interno do Senado Federal, são necessários pelo menos 41 votos — maioria absoluta dos 81 senadores — para que um pedido de impeachment de um ministro do STF seja admitido. Caso a denúncia avance e seja julgada, o afastamento definitivo exigiria o apoio de dois terços da Casa, ou seja, 54 votos. Conforme determina o regimento interno do Senado Federal, são necessários pelo menos 41 votos — maioria absoluta dos 81 senadores — para que um pedido de impeachment de um ministro do STF seja admitido. Caso a denúncia avance e seja julgada, o afastamento definitivo exigiria o apoio de dois terços da Casa, ou seja, 54 votos.

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