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Acre

“Ozempic brasileiro” começa a chegar às farmácias e é mais barato

Por Redação Juruá 24 horas 01/08/2025 14:06 Atualizado em 01/08/2025 14:06
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A EMS anunciou nesta sexta-feira (1º) que as primeiras canetas de liraglutida, voltadas para o tratamento de diabetes e obesidade, produzidas integralmente no país pelo laboratório começarão a ser vendidas em algumas redes de farmácias partir de segunda-feira (4).

A companhia, que afirma ser o maior laboratório farmacêutico no Brasil, pertencente ao grupo NC, investiu mais de R$ 1 bilhão para viabilizar a produção das canetas com a inauguração de uma fábrica de peptídeos no país em 2024, em Hortolândia (SP).

A liraglutida, assim como a semaglutida, princípio ativo de medicamentos como o popular Ozempic, do laboratório dinamarquês Novo Nordisk, é uma molécula da classe dos análogos de GLP-1, tendo sido uma das primeiras a demonstrar benefícios consistentes no controle de glicemia e peso.

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É o mesmo princípio ativo do Saxenda, também da Novo Nordisk.

Um total de 100 mil canetas de Olire, para o tratamento da obesidade, e de 50 mil canetas de Lirux, para o controle do diabetes tipo 2, estarão disponíveis nas redes Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco.

Os produtos, afirmou a EMS, já estão nos centros de distribuição dessas redes e estarão disponíveis para venda nos sites e em parte das lojas físicas do Sul e Sudeste do país, com expansão gradual para as demais regiões nas próximas semanas.

Os medicamentos terão preços sugeridos a partir de R$ 307,26 (embalagem com 1 caneta), R$ 507,07 (Lirux com 2 canetas) e R$ 760,61 (Olire com 3 canetas).

A farmacêutica afirmou que até o final deste ano 250 mil unidades deverão estar disponíveis no varejo, chegando a 500 mil canetas até o mês de agosto de 2026.

Em março, o laboratório farmacêutico rival Hypera afirmou que planejava lançar no Brasil seu medicamento de semaglutida assim que a patente Ozempic caísse, o que está previsto para março de 2026.

A EMS propôs no ano passado a combinação de negócios com a Hypera Pharma, retirando depois a oferta diante da recusa do conselho de administração da rival. No final de 2024, porém, aumentou a 6% sua participação na companhia.

Por CNN Brasil 

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