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Acre registra 67 internações por envenenamento em 10 anos, aponta levantamento da Abramede

Por Redação Juruá 24 horas 09/09/2025 07:04 Atualizado em 09/09/2025 07:04
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Um levantamento da Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), divulgado nesta segunda-feira (8), apontou que o Acre registrou 67 internações por envenenamento nos últimos dez anos, sendo três delas decorrentes de intoxicação proposital.

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Os dados, obtidos a partir do Sistema Único de Saúde (SUS), mostram oscilações anuais no estado. O ano de 2016 teve o maior número de ocorrências, com 11 internações, seguido por 2023 (10 casos) e 2017 (9 casos). Em 2015 foram 6 registros; 2018, 7; 2019 e 2020, 5 cada; 2021, 6; 2022, apenas 1; e em 2024, 7 casos.

No cenário nacional, entre 2009 e 2024, o Brasil contabilizou 45.511 internações em emergências ligadas a envenenamentos, das quais 3.461 envolveram intoxicação proposital causada por terceiros. A média é de cerca de 4.551 casos por ano, o que equivale a 379 registros por mês ou 12,6 atendimentos diários — em média, uma pessoa a cada duas horas precisou de atendimento de emergência devido à ingestão ou reação a substâncias tóxicas.

A análise histórica aponta que, após uma queda entre 2015 e 2021, os números voltaram a crescer, alcançando picos em 2023 (5.523 internações) e 2024 (5.560).

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Entre os envenenamentos acidentais com causas identificadas, os mais frequentes foram:

Também se destacam as categorias inespecíficas, como drogas, medicamentos e substâncias biológicas não especificadas (6.407 casos), produtos químicos não especificados (6.556) e substâncias químicas nocivas não especificadas (5.104).

Redação Juruá24horas

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