Início / Versão completa
Acre

Sol desaparecerá por 6 minutos no maior eclipse solar do século; confira data

Por Redação Juruá 24 horas 22/09/2025 10:49 Atualizado em 22/09/2025 10:49
Publicidade

Eclipse solar – Créditos: depositphotos.com / visuals6x

Publicidade

O eclipse solar parcial de 21 de setembro de 2025 será o último do ano. Ele poderá ser visto em partes do hemisfério sul, com destaque para a Nova Zelândia, o leste da Austrália, algumas ilhas do Pacífico e parte da Antártica. Nessas regiões, a Lua vai encobrir até 85% do disco solar.

O eclipse solar parcial de 21 de setembro de 2025 será o último do ano. Ele poderá ser visto em partes do hemisfério sul, com destaque para a Nova Zelândia, o leste da Austrália, algumas ilhas do Pacífico e parte da Antártica. Nessas regiões, a Lua vai encobrir até 85% do disco solar.

Segundo dados do site EarthSky, o início do eclipse está marcado para 17h30 UTC. O auge do evento ocorrerá às 19h41 UTC, quando quase quatro quintos do Sol estarão encobertos pela Lua. O término está previsto para 21h54 UTC.

Publicidade

Os horários variam de acordo com cada região, já que dependem do fuso local. Em algumas localidades, o Sol nascerá já parcialmente coberto, enquanto em outras o fenômeno acontecerá com o astro em plena altura no céu.

Onde acompanhar o eclipse online?

Como observar o eclipse de forma segura?
Especialistas reforçam que nunca se deve olhar diretamente para o Sol sem proteção certificada. Óculos comuns de sol não protegem os olhos. A recomendação é usar óculos de eclipse com selo de segurança ou filtros solares adequados em telescópios e câmeras.

Quem não tiver equipamentos pode usar métodos de projeção indireta, como o furo em papelão que projeta a luz em uma superfície. Essa alternativa simples evita riscos à visão e garante a experiência do fenômeno.

Quais curiosidades tornam esse eclipse especial?
Esse evento faz parte da série Saros 154, que se repete a cada 18 anos. A magnitude prevista é de 0,855, com obscurecimento máximo de cerca de 80%. Apesar de não ser um eclipse total, será considerado um dos mais profundos da década.

Astrônomos destacam que fenômenos como esse ajudam a estudar a dinâmica da órbita lunar e a interação da luz solar com a atmosfera terrestre. Por isso, além de um espetáculo para o público, ele tem relevância científica para pesquisadores.

Por: O Antagonista

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.