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Acre registra alta de 1,6% no preço das carnes em outubro, aponta pesquisa da Ufac

Por Redação Juruá 24 horas 16/10/2025 06:58 Atualizado em 16/10/2025 06:58
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Os preços das carnes em Rio Branco registraram uma alta média de 1,6% em outubro, em comparação ao mês anterior, conforme levantamento realizado pelo Programa de Educação Tutorial de Economia (PET Economia) da Universidade Federal do Acre (Ufac). A pesquisa foi conduzida entre os dias 8 e 14 de outubro, em 62 estabelecimentos da capital acreana, incluindo açougues e supermercados, além do município de Assis Brasil.

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O estudo analisou diversos cortes bovinos — como picanha, alcatra, coxão mole, coxão duro, patinho, músculo, agulha e fígado — e também o preço da cartela com 30 ovos.

De acordo com o levantamento, os açougues apresentaram elevação mais expressiva nos preços, enquanto os supermercados registraram queda em vários produtos. Entre os cortes nobres, a alcatra teve o maior aumento geral (+4,34%), seguida pelo coxão mole (+3,24%) e coxão duro (+3,01%). Já a picanha apresentou retração média de -4,52%, influenciada principalmente pela queda nos supermercados (-8,47%).

Nos cortes populares, houve leve valorização geral. A pá sem osso (+2,65%) e a agulha (+2,03%) ficaram ligeiramente mais caras, enquanto o fígado subiu 1,87% no total, mas caiu -20,69% nos supermercados.

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Segundo o PET Economia, as variações refletem ajustes sazonais do mercado, com os açougues repassando custos logísticos e operacionais, enquanto os supermercados reduzem preços para manter a competitividade.

Diferença entre municípios

A comparação entre Rio Branco e Assis Brasil também mostrou variação relevante nos preços. Em Assis Brasil, cortes como pá com osso (R$ 23,66) e patinho (R$ 34,66) custam mais caro do que na capital, onde são encontrados por R$ 17,23 e R$ 32,31, respectivamente. Já a cartela com 30 ovos tem preço bem menor no município fronteiriço — R$ 12,00, contra R$ 20,66 em Rio Branco.

O PET Economia ressalta que as diferenças são influenciadas por fatores como custos de transporte, oferta local e dinâmica de mercado regional, que impactam diretamente o preço final ao consumidor acreano.

Redação Juruá24horas

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