ApexBrasil e Ministério da Agricultura discutem ampliação de exportações para o Acre
O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniram-se nesta terça-feira, 30, em Brasília, para alinhar estratégias de expansão do comércio exterior do Acre.
Dois pontos centrais marcaram o encontro: a habilitação de frigoríficos acreanos para novos mercados internacionais e a melhoria da logística na Tríplice Fronteira, com reforço de pessoal e definição de horários na aduana para agilizar o fluxo de cargas e pessoas.
Segundo Jorge Viana, a habilitação das plantas frigoríficas permitirá que a produção local alcance destinos estratégicos.
“Estamos trabalhando para que nossos frigoríficos possam acessar mercados como Chile, México, Japão e Indonésia. Esse é um passo fundamental para que a carne suína e bovina do Acre seja reconhecida e valorizada internacionalmente”, destacou o presidente da ApexBrasil.
Ele acrescentou que a iniciativa integra uma política nacional já em andamento. “Com o trabalho do governo do presidente Lula, que já abriu mais de 450 mercados, o Acre pode ser um dos grandes beneficiados pelas ações da ApexBrasil e do MAPA”, afirmou.
O ministro Carlos Fávaro reforçou que a pauta inclui não apenas a habilitação dos frigoríficos, mas também o fortalecimento da rota bioceânica via Acre, que conecta o Brasil a países como Chile e Peru.
“Estamos empenhados em reforçar a operação, melhorar a integração entre as alfândegas do Brasil e do Peru e renovar certificados sanitários. Essa agenda é estratégica para ampliar a competitividade do Acre e abrir portas em mercados internacionais”, afirmou.
Tanto Viana quanto Fávaro destacaram ainda que a visita do presidente Lula à Malásia e à Indonésia, prevista para este mês, pode acelerar o processo de habilitação.
“Queremos levar na bagagem do presidente Lula as boas notícias do Acre. Estamos abrindo caminhos concretos para ampliar exportações e gerar oportunidades para quem produz em nossa terra”, concluiu Jorge Viana.