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Desmatamento e mudanças climáticas lideram preocupações ambientais no Brasil, mostra pesquisa

Por Redação Juruá 24 horas 31/10/2025 21:00 Atualizado em 31/10/2025 21:00
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O desmatamento lidera as preocupações ambientais no Brasil. Pesquisa “Hábitos Sustentáveis & Percepções sobre o Plástico”, realizada pela Nexus e encomendada pelo Sindiplast, Sindicato Indústria Material Plástico Estado São Paulo, indica que 41% dos entrevistados consideram a devastação florestal uma das duas principais ameaças ambientais do país.
 

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Em segundo lugar aparecem as mudanças climáticas e o aquecimento global, citados por 32%, seguidos de poluição das águas (25%), destinação inadequada do lixo (22%) e poluição do ar (22%).
 

O levantamento ainda mostrou que os brasileiros se preocupam com questões ambientais, como a reciclagem do lixo, por exemplo, mas apesar do interesse pelo tema, enfrentam obstáculos para adotar práticas mais sustentáveis. A falta de informação foi apontada por 28% dos entrevistados como principal barreira, seguida pela ausência de coleta seletiva em bairros ou cidades (17%) e falta de tempo (9%).
 

Foram ouvidos 2.009 brasileiros com 16 anos ou mais, em todas as 27 unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
 

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Plástico é o material mais reciclado no país

Segundo a pesquisa, o plástico lidera a lista de materiais mais separados para reciclagem, citado por 90% dos entrevistados que afirmaram separar resíduos em casa. Na sequência, aparecem o alumínio (73%), o papel/papelão/jornal (68%) e o vidro (68%).
 

No entanto, a falta de coleta seletiva é apontada como o principal entrave para a reciclagem de embalagens plásticas, com 35%, seguida por falta de hábito, esquecimento de separar e ausência de informação sobre reciclagem com 29%, revelando que, apesar da consciência ambiental, ainda há barreiras estruturais para transformar atitudes individuais em resultados concretos.
 

“O plástico é um dos materiais mais recicláveis e de menor impacto ambiental: consome pouca água, pode ser reutilizado diversas vezes e tem baixa pegada de carbono. Ainda assim, seu reaproveitamento em larga escala no Brasil enfrenta desafios estruturais que precisam ser superados para que o material atinja todo o seu potencial sustentável”, afirma Paulo Teixeira, diretor-superintendente do Sindiplast.

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