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Acre

Exporta Mais Amazônia 2025 movimenta mais de US$ 2 milhões em negócios no Acre

Por Redação Juruá 24 horas 01/10/2025 16:08 Atualizado em 01/10/2025 16:08
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O terceiro dia do Exporta Mais Amazônia 2025 consolidou o Acre como protagonista no comércio internacional da região. Realizado em Rio Branco, o evento reúne 25 compradores de 18 países e tem promovido rodadas de negócios que envolvem desde grandes frigoríficos até pequenos produtores e artesãos locais.

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O representante nacional da ApexBrasil, Pedro Neto, destacou nesta quarta-feira, 1º, os resultados parciais das negociações. Segundo ele, apenas no segundo dia do evento foram registradas 241 reuniões de negócios, resultando em mais de US$ 2 milhões (cerca de R$ 10 milhões) já confirmados ou em fase de fechamento. “A gente está realmente vendo uma movimentação muito bacana nesse evento. Já temos negócios encaminhados em setores como artesanato, castanha e café”, afirmou.

Entre as empresas acreanas presentes estão a Cooperacre, Miragina e Dom Porquito, além de produtores de farinha de mandioca, açaí, feijão e artesanato. No total, 44 empresas do estado participam da edição. “O legal desse evento é exatamente isso, trazer compradores de todos os setores e permitir que tanto grandes quanto pequenos produtores fechem negócios ou deixem encaminhadas novas parcerias”, explicou Pedro Neto.

Os setores de castanha e café aparecem como destaque em volume de negociações, enquanto o artesanato tem se sobressaído pelo número de vendas. Para Pedro Neto, os resultados parciais já demonstram o impacto positivo da iniciativa.

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O representante da Apex também ressaltou que o evento funciona como vitrine para mostrar ao mundo a integração entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade na Amazônia. “Os compradores estão tendo um feedback muito positivo. Uma compradora de café dos Estados Unidos disse que o robusta amazônico rivaliza em sabor com os melhores cafés arábicos. Ela destacou o contato com pequenos produtores indígenas e extrativistas, que trazem uma história por trás do produto. Isso diversifica o perfil do café brasileiro e abre espaço para novos mercados”, relatou.

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