Início / Versão completa
Acre

Pai e filho são presos por tentativa de homicídio e posse ilegal de arma

Por Redação Juruá 24 horas 24/10/2025 15:39 Atualizado em 24/10/2025 15:39
Publicidade

Dois homens, de 52 e 27 anos (pai e filho), foram presos na madrugada desta sexta-feira, 24, por uma guarnição do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre (8º BPM/PMAC), na zona rural do município de Sena Madureira, por tentativa de homicídio, posse ilegal de arma de fogo, entre outros crimes. Uma espingarda calibre .28 e dois rádios comunicadores foram apreendidos durante a ação.

Publicidade

A equipe policial foi acionada via Copom e, ao chegar no local, no km 38 da BR-364, ramal dos Terçados, encontrou a vítima, um homem de 37 anos, acompanhado de sua esposa, que relatou que sua família já vinha recebendo ameaças por parte de dois indivíduos e que na noite de quinta-feira, 23, ao retornar do trabalho, foi surpreendido pela dupla, que o aguardava à beira da estrada.

Ainda segundo o relato da vítima, houve uma discussão que evoluiu para agressões físicas contra o casal e que, orientados por um vizinho, se retiraram do local. Em seguida, um dos homens (o filho) correu até sua residência, pegou uma espingarda e efetuou dois disparos em sua direção, mas que não foi atingido. A vítima disse ainda que o indivíduo de 27 anos se autoproclama líder de uma organização criminosa que atua na localidade e que teria influência direta de membros do estado do Mato Grosso.

A guarnição deslocou-se até a residência dos acusados, e com autorização, entrou e localizou a espingarda calibre .28, além de quatro munições calibre 28. Ao serem comunicados que deveriam acompanhar a guarnição até a delegacia para esclarecimentos, um deles passou a proferir ofensas, palavras de baixo calão e depreciativas contra uma policial feminina e os demais integrantes da guarnição. Ao tentar agredir a equipe policial, foi necessário o uso progressivo da força e de “spray de pimenta” para contê-lo.

Publicidade

Durante o trajeto até a delegacia, o conduzido repetia que “era pra ter acertado os tiros na vítima”, vangloriava-se de sua suposta vinculação a faccionados do Mato Grosso, ameaçava o comandante da guarnição, chegando a cuspir em seu rosto, dizia que “a delegada e o juiz não servem pra nada, pois as leis são ao meu favor” e que “logo estaria solto nas ruas”, além de insinuar que os policiais militares estavam “comprados”, que a vítima teria pago para prejudicá-lo.

Ambos foram entregues à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a arma apreendida e rádios comunicadores, supostamente utilizados para facilitar a fuga após os disparos, que foram localizados e apreendidos durante as diligências.

Por Ac24horas, Com informações da PCAC

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.