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Acre

GASOLINA FICA MAIS BARATA NO ACRE EM NOVEMBRO, MAS ESTADO SEGUE ENTRE OS MAIS CAROS DO PAÍS

Por Redação Juruá 24 horas 02/01/2026 13:35 Atualizado em 02/01/2026 13:35
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Um levantamento realizado pela ValeCard, empresa especializada em meios de pagamento, mobilidade e benefícios corporativos, aponta que o preço médio da gasolina no Acre recuou 1,92% em novembro de 2025 na comparação com outubro. Mesmo com a redução, o estado continua figurando entre os combustíveis mais caros do Brasil, ocupando a segunda colocação no ranking nacional, atrás apenas de Roraima.

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De acordo com o estudo, o valor médio do litro da gasolina caiu de R$ 7,594 para R$ 7,448, representando uma diminuição de R$ 0,146. A retração acompanha a tendência observada em toda a região Norte e está relacionada, segundo a ValeCard, ao repasse da redução de 4,9% promovida pela Petrobras às distribuidoras no mês anterior.

No cenário nacional, a queda foi mais discreta. O preço médio da gasolina no Brasil passou de R$ 6,388 em outubro para R$ 6,371 em novembro, uma redução de 0,27%.

Etanol segue estável e não compensa no estado

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Em relação ao etanol, os dados apontam estabilidade no Acre. O combustível manteve o preço médio de R$ 5,290 nos dois meses analisados, sem variação percentual. O comportamento difere do registrado em outras partes do país, onde 17 estados apresentaram queda no valor do biocombustível.

Apesar da estabilidade, o etanol não é financeiramente vantajoso para os motoristas acreanos. Pela metodologia da ValeCard, o biocombustível só compensa quando custa até 70% do valor da gasolina. No Acre, essa relação ficou em 71%, acima do limite considerado ideal.

Diesel mantém Acre no topo dos preços

O diesel S-10 segue como o combustível mais caro do país no Acre. Em novembro, o preço médio permaneceu em R$ 7,424, sem alteração em relação a outubro, mantendo o estado na liderança do ranking nacional, à frente de Roraima e Amapá.

O levantamento reforça que a região Norte concentra os maiores preços médios do diesel no Brasil, cenário atribuído principalmente a custos logísticos e dificuldades de distribuição.

O estudo da ValeCard considerou transações realizadas entre 1º e 26 de novembro de 2025, com base em dados de mais de 25 mil postos de combustíveis em todo o território nacional. As informações refletem os valores efetivamente pagos pelos motoristas na rede credenciada. Os dados referentes a dezembro ainda não foram divulgados.

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