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Acre

Caso de Wendilla Puyanawa: João Vitor nega ato intencional e afirma que tudo será esclarecido no inquérito policial

Por Redação Juruá 24 horas 20/02/2026 11:17 Atualizado em 20/02/2026 11:17
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O jovem João Vitor Pinheiro divulgou uma nota pública em razão das matérias e manchetes recentemente veiculadas sobre o acidente que resultou na morte de Wendilla Puyanawa.

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Na nota, João Vitor manifesta profundo pesar e solidariedade à família da vítima, ressaltando respeito à dor de todos os envolvidos neste triste episódio.

Ele esclarece que o ocorrido não foi um ato deliberado, afirmando que se trata de um acidente, cujas circunstâncias estão sendo apuradas por meio de inquérito policial e serão devidamente esclarecidas no âmbito do processo judicial.

Ainda segundo o comunicado, João Vitor afirma que tem colaborado integralmente com as autoridades desde o primeiro momento, tendo comparecido espontaneamente à delegacia, prestado depoimento e apresentado esclarecimentos, inclusive fornecendo um vídeo que contribui para o entendimento da dinâmica dos fatos.

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A nota também destaca que ele trafegava conforme as normas de trânsito quando teria sido surpreendido por uma motocicleta que invadiu a contramão, o que teria impossibilitado qualquer ação para evitar o impacto. Após o ocorrido, os serviços de emergência foram acionados, e ele permaneceu no local até a chegada do atendimento. Posteriormente, em razão da aglomeração de pessoas e ainda em estado de choque, ausentou-se, mas colocou-se à disposição das autoridades.

O comunicado informa ainda que passageiros do veículo teriam levado o motociclista ao hospital para atendimento.

Na quinta-feira, após o feriado de quarta-feira de cinzas, João Vitor compareceu novamente à autoridade policial na Delegacia de Mâncio Lima para formalizar sua versão dos fatos.

Por fim, ele reforça confiança nas instituições e pede prudência na divulgação de informações, aguardando a conclusão das investigações e dos laudos periciais, em respeito ao devido processo legal e ao princípio constitucional da presunção de inocência.

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