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“A maior contribuição que podemos é a gente exigir do governo que ele mande uma proposta para ser discutida hoje na Aleac”, diz Edvaldo Magalhães

Por Redação Juruá 24 horas 31/03/2026 11:05 Atualizado em 31/03/2026 11:05
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) defendeu hoje (31/3) a discussão concreta de uma proposta que contemple todos os servidores do Estado. Ele pontou que a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) pode ser essa mediadora, uma vez que até agora o governo não chegou a um consenso.

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“A maior contribuição que podemos dar para esses servidores, é a gente exigir do governo que ele mande uma proposta para ser discutida hoje nesta Casa. Se não está pronta, não tem problema. A gente espera até de tarde, até de noite. Mas, precisamos dar um ponto final nessa novela que está comprida demais, que está tirando a tranquilidade e paciência dos servidores do Estado. A Assembleia precisa mediar esse momento”, disse o parlamentar.

Edvaldo Magalhães pontuou ainda que está escrito no Orçamento do Estado a Revisão Geral Anual (RGA). “Esse debate não começou ontem, nem no ano passado, nem no ano atrasado. Ele se aprofundou muito e avançou muito no final do ano passado quando da votação do Orçamento. Porque em meio a uma revolta justa das categorias, essa Assembleia alterou a peça orçamentária. Incluiu algumas obrigatoriedades, entre uma delas, está escrito no orçamento a Revisão Geral Anual. O governo poderia ter vetado. Não! Sancionou, é lei!”, explicou.

O deputado mencionou que o governo Gladson Camelí já poderia ter chegado a uma sinalização positiva com os servidores, porém, o Estado resolveu adotar o discurso da ‘arrogância’. “Qual foi a resposta, pelo menos até ontem, do governo, com relação a contraproposta do movimento? Foi a pressão e a arrogância através de declarações públicas em vários sites, dizendo assim: ‘Já que não fizeram acordo em torno da minha proposta, eu não vou mandar nada para a Assembleia’. O nome disso é desrespeito ao servidor público. O nome disso é autoritarismo. O nome disso é intolerância, porque no processo de negociação, desde que o mundo é mundo. Desde antes do nascimento de Jesus, numa negociação sempre tem debate, desentendimento, voltam para a mesa e chegam, a um entendimento. É assim que gente grande deve agir. E, ao governo, cabe a tolerância porque a paciência dos servidores está esgotando”.

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