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Acre

Estudantes ampliam campanha contra o bullying e levam marcha por cultura de paz para as ruas

Por Redação Juruá 24 horas 10/04/2026 10:43 Atualizado em 10/04/2026 10:43
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Alunos da Escola Craveiro Costa confeccionaram cartazes e panfletos para conscientizar a comunidade. Jovem de 17 anos destaca a importância de o estudante ser escutado e acolhido.

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O debate sobre a convivência escolar e o combate ao bullying ultrapassou os muros da Escola Estadual de Ensino Médio Integral Craveiro Costa. Após uma série de atividades realizadas em sala de aula, os estudantes promoveram uma marcha nas vias públicas para conscientizar a população sobre a importância da cultura de paz e o combate à violência no ambiente de ensino.

A mobilização contou com o envolvimento da direção, dos professores e dos alunos no desenvolvimento de apresentações e na confecção de cartazes e panfletos. O estudante Vitor Gabriel Bezerra Dourado, de 17 anos, destacou o engajamento de toda a comunidade escolar para viabilizar o projeto e dar visibilidade ao tema.

“A escola como um todo se uniu justamente para que possamos criar atividades de combate ao bullying. Nós estamos fazendo o nosso máximo, nos empenhando o suficiente para trazermos a mensagem de que nós percebemos o desafio, percebemos os problemas e estamos aqui olhando para isso”, relatou o aluno.

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Inicialmente, a expectativa dos estudantes era de que as atividades ficassem restritas ao ambiente interno. No entanto, a expansão da campanha para as ruas do bairro motivou os jovens, que viram na caminhada uma oportunidade de dialogar diretamente com a sociedade.

“Não estamos abordando um assunto recorrente apenas na escola, mas estamos espalhando pela nossa cidade. É importante que as pessoas, ao perceberem a nossa marcha, vejam que de fato estamos lutando por um futuro melhor”, afirmou Vitor Gabriel.

A iniciativa também buscou criar uma rede de apoio e garantir que as vítimas de agressões físicas ou psicológicas saibam que não estão sozinhas. Para o estudante, a presença nas ruas é uma forma de exigir respeito e visibilidade para os problemas enfrentados por sua geração. “Queremos criar um leque para que todas as abordagens sejam bem-vindas, e mostrar que o aluno também é gente e que ele merece ser escutado”, concluiu.

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