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Acre

Após ataque em escola de Rio Branco, Acre registra novas ameaças e ocorrências suspeitas em unidades de ensino

Por Redação Juruá 24 horas 28/05/2026 06:54 Atualizado em 28/05/2026 06:54
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Menos de um mês após o ataque armado no Instituto São José, em Rio Branco, que deixou duas inspetoras mortas e outras duas pessoas feridas, o Acre já registrou ao menos quatro ocorrências suspeitas envolvendo ameaças em escolas públicas.  

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O atentado aconteceu no último dia 5 de maio e foi praticado por um adolescente de 13 anos. Desde então, episódios envolvendo ameaças, denúncias falsas e comportamentos suspeitos passaram a mobilizar forças de segurança e gestores escolares em diferentes municípios acreanos.  

O primeiro caso após a tragédia ocorreu no dia 15 de maio, quando um estudante de 13 anos foi apreendido após ameaçar uma professora de morte em uma escola pública. Segundo a ocorrência, o adolescente também teria citado um possível ataque com bombas dentro da unidade escolar.  

Dias depois, uma criança de 11 anos foi flagrada portando simulacros de armas feitos de papelão na Escola Dr. Mário de Oliveira. Conforme relatos, o estudante teria afirmado que iria “matar todo mundo”, causando preocupação entre pais e professores.  

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Na terça-feira (26), uma denúncia sobre um suposto ataque armado na Escola Estadual Paulo Freire, em Rio Branco, levou equipes da Polícia Militar até a unidade. Após averiguações, a denúncia foi considerada falsa e um adolescente de 15 anos confessou ter inventado a situação.  

O caso mais recente ocorreu em Cruzeiro do Sul, onde as aulas da Escola Estadual Cristão Cruzeiro foram suspensas preventivamente após a frase “Vou matar todo mundo dia 27 do 5” ser encontrada escrita em uma carteira escolar. A direção acionou a Polícia Militar e a Secretaria de Estado de Educação para reforçar as medidas de segurança.  

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