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Acre

Polícia Civil prende trio horas após arrombamento a loja no Centro de Cruzeiro do Sul

Por Redação Juruá 24 horas 14/05/2026 10:59 Atualizado em 14/05/2026 10:59
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Suspeitos usaram uma chave de fenda para invadir o estabelecimento. Segundo o delegado, criminosos são reincidentes e haviam deixado o presídio recentemente.

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Uma rápida ação da Polícia Civil, por meio do Núcleo Especializado de Investigação Criminal de Crimes Contra o Patrimônio (NEPATRI), resultou na identificação de cinco pessoas e na prisão em flagrante de três indivíduos envolvidos no arrombamento de uma loja no Centro de Cruzeiro do Sul. O crime e as prisões ocorreram em um curto intervalo de horas nesta semana.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Jadson Santos, as diligências começaram assim que a equipe tomou conhecimento do furto. O trabalho de inteligência e o esforço dos investigadores permitiram localizar os suspeitos rapidamente.

“Três foram presos em flagrante e já acabei de fazer o procedimento, representando pela conversão do flagrante em prisão preventiva para que eles saiam do convívio da sociedade”, afirmou o delegado.

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Modus Operandi e Reincidência
A investigação apontou que o grupo utilizou uma chave de fenda para arrombar a porta de vidro do estabelecimento comercial. Do interior da loja, foram subtraídos diversos itens, como sapatos, bolsas e mochilas.

O delegado Jadson Santos lamentou que os produtos não puderam ser recuperados, pois foram rapidamente trocados no mercado clandestino. “Infelizmente, como são produtos para troca por consumo de drogas, foram rapidamente pulverizados nesse comércio. Conseguimos apreender apenas 25 reais que estavam com um dos autores, fruto da venda desses objetos”, detalhou.

A autoridade policial destacou ainda o perfil dos envolvidos, ressaltando a frustração com o ciclo de reincidência criminal na cidade. “Os três envolvidos são usuários de drogas muito contumazes na prática desses crimes. Já frequentaram o presídio local e saíram recentemente do sistema penitenciário, há cerca de dois a seis meses, e já voltaram a praticar crimes. Mas o trabalho da Polícia Civil não para; a gente vai para cima e combate esses crimes”, concluiu.

Os detidos agora aguardam decisão da Justiça sobre o pedido de prisão preventiva formulado pela Polícia Civil.

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