Início / Versão completa
Acre

STF abre nova etapa para analisar transferência de condenado por atos antidemocráticos ao Acre

Por Redação Juruá 24 horas 01/05/2026 08:10 Atualizado em 01/05/2026 08:10
Publicidade

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou uma nova fase na análise do pedido de transferência de um condenado pelos atos de 8 de janeiro para o Acre. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

Publicidade

O magistrado determinou a realização de diligências para verificar se há vagas disponíveis em unidades prisionais no estado, especialmente em Rio Branco ou em municípios próximos. A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal e o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) terão prazo de cinco dias para prestar essas informações.  

A medida atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que destacou a necessidade de avaliar as condições do sistema prisional antes de qualquer decisão definitiva sobre a transferência.  

O caso envolve Marinho Junio Nascimento de Lima, condenado a 14 anos de prisão em regime fechado por crimes como tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada e danos ao patrimônio público.  

Publicidade

Segundo as investigações, ele foi preso em flagrante dentro do Palácio do Planalto durante os ataques e identificado em imagens praticando atos de vandalismo. Além da pena de prisão, também foi condenado ao pagamento de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, valor dividido com outros envolvidos.  

O pedido de transferência foi feito pela defesa, que argumenta que o cumprimento da pena no Acre facilitaria o contato com familiares. Agora, com a nova decisão, o STF aguarda as informações dos órgãos penitenciários para então encaminhar o caso novamente à PGR e decidir se autoriza ou não a transferência.  

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.