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Acre

Desastre aéreo: um mês após trágico acidente, investigações continuam e três corpos seguem no IML no AC

Por Redação Juruá 24 horas 29/11/2023 08:29 Atualizado em 29/11/2023 08:29
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O trágico acidente aéreo que matou 12 pessoas em Rio Branco no dia 29 de outubro deste ano segue em investigação pelo Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), mas sem muitas respostas sobre o que aconteceu naquele domingo, quando passageiros e tripulação saíram do aeroporto Plácido de Castro, em Rio Branco, até o aeroporto João Fonseca, em Envira (AM).

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Durante o trajeto, os passageiros fariam uma parada em Eirunepé (AM), onde algumas pessoas desembarcariam. No primeiro relatório feito pelo centro, o Cenipa destaca que:

“não busca o estabelecimento de culpa ou responsabilidade, tampouco se dispõe a comprovar qualquer causa provável de um acidente, mas elabora hipóteses que permitem entender as circunstâncias que podem ter culminado na ocorrência e, desta maneira, propõe a implementação de medidas por meio de Recomendações de Segurança, com o objetivo de evitar a recorrência de acidentes aeronáuticos e de viabilizar o aprimoramento da segurança de voo e a consequente preservação de vidas”, diz o documento.

As novas informações trazem alguns detalhes até então não divulgados. São eles: o peso máximo da decolagem do avião, que é 3.969kg. A matrícula do avião, que já era conhecida, PTMEE, modelo 208B, modelo ICAO C208, fabricante Cessna Aircraft de 1993.

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“A aeronave decolou do aeródromo Plácido de Castro (SBRB), Rio Branco, AC, com destino ao aeródromo João Fonseca (SNRH), Envira, AM, a fim de realizar transporte de passageiros, com 02 (dois) tripulantes e 10 (dez) passageiros a bordo. Após a decolagem, a aeronave veio a colidir contra o solo”, destaca.

O documento não tem mais detalhes das investigações e está com o status ‘em andamento’.

Quem são as vítimas?

Todas as nove vítimas acima foram identificadas e os corpos liberados. Já outras três permanecem no Instituto Médico Legal (IML) de Rio Branco e passam por análise de DNA, um procedimento cauteloso e demorado devido ao estado que os corpos ficaram. Nesses casos, urnas foram enviadas simbolicamente para os velórios coletivos feitos nas cidades das vítimas.

Dos três corpos, o IML confirmou a identificação de dois deles na tarde desta terça-feira (28). Kleiton Lima Almeida e Antônia Elizângela foram identificados após extração de material de DNA dos restos mortais. Agora, o IML inicia o procedimento de expedição de certidões de óbito e liberação para a família.

A equipe de peritos do Instituto de Análises Forenses (IFA) continuam trabalhando na identificação de Francisco Eutimar.

Os corpos que ainda precisam ser liberados são:

Táxi-aéreo é muito usado na região Norte — Foto: Richard Lauriano/Rede Amazônica Acre

g1

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