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Acre

Empresa terá que pagar despesas de feridos após queda de ponte no Acre

Por Redação Juruá 24 horas 08/06/2026 07:37 Atualizado em 08/06/2026 07:38
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A empresa responsável pela construção da Ponte Frei Paolino Baldassari, que desabou na última sexta-feira (5) em Sena Madureira, terá que apresentar à Justiça um plano de assistência às famílias afetadas pelo acidente. A determinação foi feita após o governo do Acre ingressar com ações judiciais para responsabilizar a construtora pelos danos causados.

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Pela decisão, a Construtora Cidade deverá informar, em até cinco dias, quais medidas pretende adotar para atender moradores que estejam em situação de risco por causa do desabamento. Entre as ações exigidas estão a possibilidade de remoção de famílias e a oferta de moradias temporárias, caso necessário.

O caso ocorreu no início da noite de sexta-feira, apenas um dia após a interdição da estrutura. Quatro pessoas ficaram feridas durante o acidente, sendo duas delas em estado grave.

Além da assistência às famílias, a Justiça também determinou que a empresa tome providências para reduzir os riscos no local. O governo estadual pediu que a construtora disponibilize uma equipe técnica especializada para avaliar as condições da área, produza um laudo sobre as causas do desabamento e execute medidas emergenciais para evitar novos problemas.

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Outra solicitação feita pelo Estado envolve o atendimento às vítimas. O pedido prevê que a empresa arque com despesas médicas, hospitalares e de reabilitação que não sejam cobertas pelo sistema público de saúde.

Em uma ação paralela, o governo busca garantir recursos para uma futura reparação dos prejuízos. Para isso, solicitou medidas como bloqueio de bens e valores da empresa, além da indisponibilidade de imóveis, veículos e possíveis créditos a receber de órgãos públicos.

Segundo o Estado, a ponte foi entregue em janeiro de 2024 e ainda está dentro do período de garantia contratual. Por esse motivo, o governo sustenta que a construtora continua responsável pela segurança e pela qualidade da obra.

As ações apresentadas pelo governo foram parcialmente aceitas pela Justiça e fazem parte das medidas adotadas após o colapso da estrutura, que provocou preocupação entre moradores e autoridades do município.

Por contilnet 

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