Os índices de qualidade do ar registrados no Acre permanecem dentro dos limites considerados seguros pela Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo dados divulgados nesta segunda-feira (8). O monitoramento aponta que as concentrações de material particulado fino (PM2,5), um dos principais indicadores de poluição atmosférica, seguem abaixo dos níveis de alerta para a saúde da população.
De acordo com os parâmetros da OMS, a média diária de partículas finas na atmosfera não deve ultrapassar 15 microgramas por metro cúbico (µg/m³). As medições realizadas no estado indicam que os índices permanecem dentro desse limite, mesmo com a aproximação do período mais seco do ano, quando tradicionalmente ocorre aumento das queimadas e da presença de fumaça no ar.
Especialistas alertam, no entanto, que a situação exige acompanhamento constante. Com a chegada do verão amazônico e a redução das chuvas, a tendência é de aumento gradual dos poluentes atmosféricos, especialmente entre os meses de julho e setembro, período historicamente marcado pela piora da qualidade do ar em diversas regiões acreanas.
Embora o cenário atual seja considerado favorável, autoridades ambientais reforçam a importância da prevenção às queimadas e do monitoramento contínuo para evitar impactos à saúde, principalmente em grupos mais sensíveis, como crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias.
As informações foram divulgadas com base em dados de monitoramento da qualidade do ar e seguem os parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde.